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Cristiane Brasil, filha do ex-deputado Roberto Jefferson, teve a prisão decretada na manhã desta sexta-feira (11), na segunda fase da Operação Catarata, que investiga supostos desvios em contratos de assistência social no governo do estado e na Prefeitura do Rio de Janeiro.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil afirmam que o esquema pode ter desviado R$ 30 milhões dos cofres públicos entre 2013 e 2018.

A ex-parlamentar não foi encontrada no apartamento em que mora, em Copacabana, e está sendo procurada. A assessoria de Cristiane disse que ela não está no RJ e vai se apresentar à polícia ainda nesta sexta.

O secretário de Educação do Estado do Rio de Janeiro, Pedro Fernandes, foi preso na mesma operação. No entanto, Fernandes apresentou aos policiais um exame que mostra que ele está com a Covid-19. Por isso, ele ficará em prisão domiciliar.

Cristiane Brasil foi secretária de Envelhecimento Saudável da Prefeitura do Rio e chegou a ser nomeada ministra do Trabalho no governo Temer, mas teve a posse suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por conta de condenações na Justiça Trabalhista, reveladas pelo G1.

Em nota, Cristiane Brasil afirmou que a denúncia é "uma tentativa clara de perseguição política".

"Tiveram oito anos para investigar essa denúncia sem fundamento, feita em 2012 contra mim, e não fizeram pois não quiseram", disse. "Mas aparecem agora que sou pré-candidata a prefeita numa tentativa clara de me perseguir politicamente, a mim e ao meu pai."

"Em menos de uma semana, Eduardo Paes, Crivella e eu viramos alvos. Basta um pingo de racionalidade para se ver que a busca contra mim é desproporcional. Vingança e política não são papel do Ministério Público nem da Polícia Civil", emendou.

G1


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