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Foto: Marcos Garcia/Jornal De Fato

O presidente do Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (PREVI-Mossoró), empresário Elviro Rebouças, concedeu duas entrevistas contundentes nos últimos dias. A primeira para o “Cafezinho com César Santos” no Jornal de Fato (28.08) e posteriormente para o programa Cenário Político da TCM 10 (27.08). Elviro, que está a frente da PREVI desde o início da quarta gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), garantiu que a situação financeira é sólida e não há débitos em relação a contribuição dos servidores, "Com relação à cota dos servidores está rigorosamente em dia, porque a Prefeitura retém dos funcionários e repassa para o Instituto."

Apesar disso, Elviro admite que há dívidas da instituição e que está tomando as medidas necessárias para sanar o problema. "Em janeiro de 2021 apuraremos esse débito real e faremos uma composição com uma divisão em 60 meses para os débitos da cota patronal da Prefeitura serem pagos em 60 meses a partir de janeiro de 2021."

Em ambas as entrevistas o que mais chamou a atenção foram as críticas feitas à administração do ex-prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior, quanto ao gerenciamento dos recursos do PREVI. 

Segundo Elviro, ele recebeu o PREVI Mossoró com um patrimônio líquido de pouco mais R$ 45 milhões, porém, desse total R$ 16 milhões estavam aplicados em fundos não recomendados, sem procedência legítima e que estão sem liquidez. Elviro afirma que dificilmente esse dinheiro voltará para Previ. 

O Fato foi comunicamos ao Tribunal de Contas do Estado e ao Ministério Público. Um processo foi aberto e está em curso em relação à administração passada, são R$ 16 milhões aplicados indevidamente, segundo Elviro Rebouças, sem ser em bancos sociais. 

Em números, segundo Elviro Rebouças, o Previ Hoje tem um patrimônio líquido superior a R$ 75 milhões, todos os compromissos em dia, de janeiro de 2017 até junho de 2020, pagando aposentadorias e pensões. 





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