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O Rio Grande do Norte não pode assistir passivo à saída da Petrobras. Algo precisa ser feito, segundo a presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (MDB). Izabel se posicionou contra a venda do Polo Potiguar, em discursos na tribuna no Legislativo .

“Não podemos ficar de braços cruzados. Há dois ministros do Estado no Governo Federal, a bancada federal, outros agentes políticos. Precisamos buscar compensações a essa perda econômica imensurável para a economia do Rio Grande do Norte”, conclama a vereadora.

Preocupação

Na segunda-feira (24), a Petrobras iniciou processo para venda da totalidade de 26 concessões de campos de produção terrestres e de águas rasas no Estado. O ativo compreende os subpolos Canto do Amaro, Alto do Rodrigues e Ubarana e a refinaria Clara Camarão, em Guamaré.

Izabel receia queda ainda maior de royalties, de compras e de serviços em Mossoró, onde fica o Canto do Amaro. “Porque não há garantia de que a iniciativa privada assumirá toda a produção”, justifica. Segundo ela, o Estado não pode, de repente, perder todos os investimentos.


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