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A presidente da CMM, vereadora Izabel Montenegro (MDB), foi vítima de fake news, de acordo com a assessoria da instituição. 

O esclarecimento veio após comentários sobre a suposta inelegibilidade da vereadora para o pleito de 2020, e que foram motivados após a notícia de que a extinta Fundação Municipal de Geração de Emprego e Renda (Funger), que foi presidida por Izabel, estaria em situação de atraso na entrega de relatório financeiro junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). Acontece que a Funger foi extinta no Governo Fafá Rosado, em 2012, porém o município não deu baixa no CNPJ da fundação.

O imbróglio foi suficiente para surgirem boatos sobre a vereadora. “Em razão desse lapso, como a última presidente da entidade, figurei até 2018 na Receita Federal como responsável pela Funger”, esclareceu a vereadora, em pronunciamento na sessão ordinária da terça-feira, 18, como também em nota enviada à imprensa. Ela lembrou ainda que o acórdão nº 143/2018 do TCE, referente à Funger não significa que estará inelegível à eleição de 2020. E reforça com a informação de que, o próprio tribunal entende, na Súmula nº 29, que - atraso na entrega de relatórios financeiros não implica em inelegibilidade.

Além de todos os itens favoráveis à sua condição de pré-candidata para tentar renovar o mandato de vereadora, Izabel Montenegro lembra que ela sequer era ordenadora de despesas, já tendo encaminhado toda a documentação nesse sentido. “Eu agora sou pega de surpresa com esse equívoco”, lamentou. A vereadora já considerava o assunto resolvido, porém como surgiu essa situação nova, já adota todas as providências para sanar em definitivo a situação. “E repito, não implica em minha inelegibilidade”, concluiu Izabel lamentando que pessoas precisem se utilizar desse tipo de expediente para tentar atingir sua imagem. 


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