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O consórcio formado pela TIM Participações, Telefônica Brasil (Vivo) e Claro Telecom Participações fez uma nova oferta pela área de telefonia móvel da Oi. O grupo acrescentou R$ 1,4 bilhão no valor apresentado há 10 dias, passando de R$ 15,1 bilhões para R$ 16,5 bilhões.

A proposta inicial foi feita com o valor mínimo pedido no leilão. Mas a Highline, financiada pelo fundo Digital Colony, fez uma oferta maior. A Oi fechou acordo com a Highline em 23 de julho de 2020, o que não significa a conclusão da venda. É 1 acerto de que a Oi seguirá as tratativas com a Highline até 3 de agosto. Com o aumento do valor oferecido pela Claro/TIM/Vivo/, a Highline precisa decidir se faz nova oferta ou desiste da compra.

O consórcio ainda acrescentou na proposta a possibilidade de assinar contratos de longo prazo para uso de infraestrutura com o Grupo Oi. Caso vençam, cada uma das empresas vai receber uma parte do negócio.

A Oi é a 4ª maior operadora móvel do país. Originou-se a da fusão da Brasil Telecom com a Telemar. Diante de problemas de gestão, pediu recuperação judicial em 2016 e, desde então, tenta equacionar sua situação financeira.


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