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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu pela não-federalização do caso que investiga o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Por maioria, o STJ manteve as investigações com a Polícia Civil e com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). As informações são do portal Uol.

Para a ministra relatora do caso, Laurita Vaz, o trabalho dos órgãos não tem sido limitado por ação de nenhum grupo. "A gravidade do crime é inquestionável, mas o episódio chama a atenção e esmorece o pedido de federalização do caso. O contexto sugere que o trabalho investigatório das autoridades locais não está sendo obstado pela atuação desses grupos, nem está limitado para quem quer que seja", afirmou a ministra em seu voto.

Segundo o portal, os ministros Laurita Vaz, Sebastião Reis, Jorge Mussi, Rogério Schietti, Reynaldo Fonseca e Ribeiro Dantas apresentaram votos contrários à federalização do caso. Para o grupo, não houve inércia ou inação das autoridades do Rio de Janeiro para que se justificasse uma federalização.

O julgamento aconteceu oito meses após a ex-procuradora geral da República (PGR) Raquel Dodge entrar com o pedido. Para a ex-PGR, houve "inércia" das autoridades do RJ na apuração do caso.

Congresso em Foco


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