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O deputado Eduardo Bolsonaro reagiu a ação deflagrada pelo STF contra o chamado "gabinete do ódio", rede de disseminação de fake news e discurso de ódio, e afirmou que seu pai pode ser levado a implantar um regime de força no Brasil. “Quando chegar a um ponto que o presidente não tiver mais saída e for necessário uma medida enérgica, ele que será taxado como ditador”, afirmou em seu twitter.

Eduardo deu as declarações em entrevista ao canal Terça Livre, do blogueiro Allan dos Santos, um dos alvos das ações da Polícia Federal ontem no inquérito das fake news. O deputado atacou o Supremo Tribunal Federal por ter avançado com as investigações, autorizado a divulgação da gravação da reunião ministerial de 22 de abril e ter pedido à Procuradoria-Geral da República manifestação sobre solicitações de depoimentos e apreensão do celular de seu pai.

Em resposta, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-aliada, disse que ele ameaça com o "golpe do papai".

A líder do Psol na Câmara, a deputada Fernanda Melchionna (RS), também reagiu, “A declaração de Eduardo Bolsonaro expõe novamente a sanha golpista da familícia”, publicou utilizando a hashtag #DitaduraNuncaMais.


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