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Bastante movimentada a sessão da tarde desta terça-feira no Tribunal Regional Eleitoral – TRE: cassação dos mandatos de Prefeito e Vice da cidade de Areia Branca, respectivamente Manoel Cunha Neto e Aderbal Jorge Santos; e absolvição do mandato da senadora Rosalba Ciarlini e do prefeito de Encanto, Gonçalo Gomes Leite Neto.
Não bastasse o sistema eleitoral brasileiro promover eleições de dois em dois anos, de uns anos para cá as emoções das campanhas eleitorais passaram a ter prorrogação e cobrança de pênaltis. É que os julgamentos de processos eleitorais se estendem de acordo com sabe-se lá o quê. Vejam que os julgamentos desta tarde se referem às eleições de 2004, caso dos Prefeitos, e de 2006, caso da senadora.
O Prefeito cassado cumpriu dois anos e meio no cargo, a senadora, caso tivesse tido o mesmo destino, só teria atuado no senado durante seis meses.
O correto, a nosso ver, é que todos esses processos eleitorais deveriam ser julgados antes da posse, com a população informada de seus trâmites e prazos, bem como as claras razões de suas existências. Sistema rápido e eficiente, sem deixar dúvidas no processo.
Convocar a população para escolher seus representantes, e depois, muito depois, dizer a ela a escolha foi incorreta, é ferir toda a alma do processo democrático.

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